O equilíbrio necessário para a jornada de trabalho

O economista Reinaldo Cafeo comenta o equilíbrio necessário para a jornada de trabalho diante das discussões sobre o fim da escala 6x1.

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil deixou de ser uma pauta de nicho para ocupar o centro das atenções nacionais. O movimento, que busca a transição para modelos como o 5×2 ou a ambiciosa jornada de quatro dias (4×3), coloca em xeque um modelo de produtividade herdado de uma […]

Choque de realidade do FMI e o impasse da política econômica brasileira

Choque de realidade do FMI e o impasse da política econômica brasileira

A mais recente atualização do World Economic Outlook do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgada em 19 de janeiro de 2026, trouxe um banho de água fria nas expectativas para a economia brasileira: a projeção de crescimento do PIB para este ano caiu de 1,9% para 1,6%, uma revisão negativa que não surpreende quem acompanha o […]

O risco fiscal

O economista Reinaldo Cafeo explica o risco fiscal do governo brasileiro

O novo Relatório de Projeções Fiscais do Tesouro Nacional expõe, com a frieza dos números, uma realidade que o Brasil insiste em adiar: a dívida bruta do governo geral pode chegar a cerca de 95% do PIB ao longo dos próximos dez anos, caso a legislação atual seja mantida e nenhuma medida adicional de controle […]

Um ano de crescimento tímido e desafios fiscais

Um ano de crescimento tímido e desafios fiscais

O Brasil inicia 2026 com um cenário econômico que exige reflexão e, sobretudo, responsabilidade. Não há como ignorar: o crescimento projetado para este ano será insuficiente para atender às necessidades do país. A expectativa é de expansão abaixo de 2%, reflexo direto de uma política monetária restritiva, conduzida pelo Banco Central, que mantém a taxa […]

Banco Central mantém postura conservadora

Banco Central mantém postura conservadora

O Banco Central brasileiro, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), tem sinalizado de forma clara sua postura conservadora ao manter a taxa básica de juros em 15% ao ano. Essa decisão revela uma preocupação evidente com a meta central de inflação, fixada em 3%, e não apenas com o teto da banda, que […]

Bons indicadores econômicos apesar do Governo Federal

Bons indicadores econômicos apesar do governo Federal

Muitos alardeiam que nós, Economistas, erramos nas projeções econômicas. Havia expectativas no início de ano que o dólar operasse acima dos R$ 6,00 e atualmente está abaixo de R$ 5,50, que os juros elevados poderiam trazer a recessão econômica, e mesmo em queda, o crescimento é positivo, incluindo baixa taxa de desocupação. Afirmo: esses bons […]

A desaceleração da economia brasileira

O economista Reinaldo Cafeo avalia os sinais de desaceleração da economia brasileira em seu artigo inédito.

A prévia do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre deste ano, o IBC-Br (Índice da Atividade Econômica), ficou negativo em 0,9% na comparação com o trimestre anterior, confirmando os sinais de desaceleração da economia brasileira. O IBC-Br, ou Índice de Atividade Econômica do Banco Central, é calculado pelo Banco Central do Brasil e mede […]

Ata do COPOM indica aperto monetário

Ata do COPOM indica aperto monetário

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, em sua reunião mais recente. Essa decisão, tomada por unanimidade, reflete a cautela do Banco Central diante das incertezas fiscais e das pressões inflacionárias que persistem sobre a economia brasileira. De acordo com […]

Os efeitos da política fiscal “frouxa”

Os efeitos da política fiscal “frouxa”

A política fiscal frouxa tem sido um tema de debate entre os agentes econômicos nos últimos anos. A política fiscal refere-se a política tributária e a política de gastos. Considera-se a política “frouxa” é quando os gastos públicos superaram o nível de arrecadação tributária. A lógica é estimular a economia. Embora essa abordagem possa parecer […]

Os sinais da economia

"Os sinais da economia devem servir de alerta", escreve o economista Reinaldo Cafeo em seu artigo inédito.

Dois importantes setores da economia brasileira, o de serviços e o varejo, vieram com números modestos no primeiro mês do terceiro trimestre deste ano, ou seja, em agosto, último dado disponibilizado pelo IBGE. O volume de serviços cresceu 0,1% em agosto frente ao mês de julho, enquanto o varejo cresceu 0,2% no mesmo período. Mesmo […]