Antes de escolher trabalhar menos

Antes de escolher trabalhar menos

Houve um tempo — não tão distante assim — em que sobreviver exigia mais braços do que escolhas. Em uma pequena casa de chão batido vivia uma família pobre, como tantas outras no Brasil do passado. Ali, ninguém ficava de fora do esforço coletivo. Não havia trabalhar menos ou mais. O pai trabalhava desde o […]

Mercado de trabalho dá sinais de enfraquecimento

O economista Reinaldo Cafeo avalia as movimentações do mercado de trabalho, segundo ele, com sinais de enfraquecimento.

Os dados mais recentes do mercado de trabalho brasileiro reforçam a necessidade de cautela na avaliação do desempenho da economia ao longo de 2026. Embora o País ainda registre criação líquida de empregos formais, o ritmo desacelera de forma clara, ao mesmo tempo em que a taxa de desocupação volta a subir — uma combinação […]

A nova encruzilhada da política monetária brasileira

A ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), oferece um retrato preciso — e preocupante — dos desafios que o Banco Central enfrenta ao calibrar a política monetária em um ambiente de incertezas crescentes e expectativas inflacionárias ainda distantes do centro da meta. Ao reduzir a taxa Selic para 14,75% ao ano, em […]

A Selic cai, mas a mensagem do Banco Central permanece firme

O economista Reinaldo Cafeo avalia a queda da Selic apontada pelo Banco Central.

A decisão do Comitê de Política Monetária de reduzir a Selic – a taxa básica de juros – de 15% para 14,75% ao ano marca o início de uma nova fase da política monetária brasileira, ainda que conduzida com elevado grau de cautela. Depois de um longo período de estabilidade e de um ciclo anterior […]

Os juros no Brasil cairão?

Os juros no Brasil cairão?

À medida que se aproxima mais uma reunião do Comitê de Política Monetária, que será nos dias 17 e 18 de março, cresce a expectativa do mercado em torno da decisão sobre a taxa básica de juros. O pano de fundo, à primeira vista, parece favorável a um movimento mais ousado: a inflação segue comportada, […]

PIB de 2025 aponta para desaceleração da economia

PIB de 2025 aponta para desaceleração da economia

Os dados mais recentes do PIB confirmam aquilo que já vinha sendo percebido ao longo de 2025: a economia brasileira perdeu fôlego. Segundo o IBGE, o Produto Interno Bruto cresceu 2,3% no acumulado do ano, um resultado positivo, mas significativamente inferior aos 3,4% registrados em 2024, evidenciando um processo claro de desaceleração. Mais preocupante, contudo, […]

Economia andando de lado: o custo de adiar decisões

Economia andando de lado: o custo de adiar decisões

A virada de 2025 para 2026 confirmou um sentimento que já vinha se espalhando entre empresários, trabalhadores e analistas: a economia brasileira perdeu fôlego. Os indicadores divulgados no fim do ano passado e no início de 2026 mostraram um quadro pouco animador, marcado por baixo dinamismo e pela ausência de motores claros de crescimento. O […]

O Brasil após a Quarta-Feira de Cinzas

O Brasil após a Quarta-Feira de Cinzas

Tradicionalmente, diz-se que o Brasil só começa após o Carnaval. Em 2026, essa máxima carrega um peso de urgência sem precedentes. Passado o período de festas e o recesso dos poderes Judiciário e Legislativo, o país não pode mais se dar ao luxo de postergar o enfrentamento de sua agenda econômica. As galerias do Congresso […]

O equilíbrio necessário para a jornada de trabalho

O economista Reinaldo Cafeo comenta o equilíbrio necessário para a jornada de trabalho diante das discussões sobre o fim da escala 6x1.

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil deixou de ser uma pauta de nicho para ocupar o centro das atenções nacionais. O movimento, que busca a transição para modelos como o 5×2 ou a ambiciosa jornada de quatro dias (4×3), coloca em xeque um modelo de produtividade herdado de uma […]

Quanto cairá a taxa básica de juros?

Quanto cairá a taxa básica de juros? Artigo do economista Reinaldo Cafeo

Finalmente o COPOM – Comitê de Política Monetária do Banco Central, sinalizou que reduzirá a taxa básica de juros atualmente em 15% ao ano. O aperto monetário se fez necessário até agora em função de duas variáveis importantes: a inflação não estava e ainda não está no centro da meta de 3% ao ano, contudo […]